Se
o trabalhador não sacar o rendimento até esse dia, ele vai ser
guardado junto com o restante de seus recursos no fundo.
É
possível sacar todo o dinheiro?
Sim,
mas somente nos seguintes casos:
ao
se aposentar;
se
tiver uma doença grave;
ou
ao completar 70 anos.
Se
o trabalhador morrer, o valor integral deve ser pago aos dependentes.
Como
descobrir se tenho direito?
Para
saber se tem algo a receber, quem trabalhou antes de 1988 deve
procurar:
uma
agência da Caixa Econômica Federal, se trabalhava numa empresa
privada;
uma
agência do Banco do Brasil, se era servidor público.
É
preciso levar um documento com foto e informar seu número PIS ou
Pasep. Se não souber, basta apresentar nome e CPF do trabalhador.
Fundo
deve ser mais divulgado
A
CGU fez uma auditoria no fundo. Entre julho de 2013 e julho de 2014,
ele contava com a participação de aproximadamente 31 milhões de
trabalhadores inscritos e cerca de R$ 37,5 bilhões.
Do
total de participantes, 26 milhões tinham trabalhado em empresas
(tinham registro no PIS, Programa de Integração Social) e 5 milhões
eram servidores (com registro no Pasep, Programa de Formação do
Patrimônio do Servidor Público).
A
CGU afirma que quase metade dos cotistas (cerca de 15,5 milhões)
pode desconhecer que tenha direito a esses valores. Por isso, o
Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o assunto seja
amplamente divulgado.
O
site do Tesouro Nacional traz mais informações sobre o assunto: http://zip.net/blsNBG
Fonte: TNH1
