Um
homem foi linchado por populares na noite desta quarta-feira (2), em
Felipe Camarão, na Zona Oeste de Natal. Segundo a Polícia Militar,
o homem teria sido apontado como autor de um estupro. A população
usou pedras, pedaços de madeira e até um fogão para espancar o
homem até a morte.
O crime aconteceu por volta das 19h30 na Travessa Alicante. A vítima foi identificada como Aldecir Bezerra da Silva, 38 anos. Segundo a PM, a população apontou Aldecir como suspeito de estupro na região. As pessoas responsáveis pela linchamento ainda não foram identificadas.
Peritos estiveram no local e levaram o corpo de Aldecir até a sede do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) na capital potiguar.
Até um fogão foi usado no linchamento.

O crime aconteceu por volta das 19h30 na Travessa Alicante. A vítima foi identificada como Aldecir Bezerra da Silva, 38 anos. Segundo a PM, a população apontou Aldecir como suspeito de estupro na região. As pessoas responsáveis pela linchamento ainda não foram identificadas.
Peritos estiveram no local e levaram o corpo de Aldecir até a sede do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) na capital potiguar.

Até um fogão foi usado no linchamento.
A
Polícia Civil do Rio Grande do Norte está a procura da suposta
vítima do estupro que teria motivado o linchamento de um homem de 38
anos nesta quarta-feira (2) na Zona Oeste de Natal. De acordo com o
delegado Roberto Andrade, da Delegacia Especializada em Homicídios
(Dehom), até a tarde desta quinta-feira (3) a menina de 13 anos que
teria sido violentada não foi encontrada. A família de Aldecir
Bezerra da Silva, espancado até a morte, alega que o servente de
pedreiro era inocente.
Aldecir foi morto na noite desta quarta. A população usou pedras, pedaços de madeira e até um fogão no linchamento. O crime ocorreu por volta das 19h30, na Travessa Alicante. Segundo informações preliminares colhidas pela Polícia Militar, o homem teria sido apontado como autor do estupro de uma menina de 13 anos.
De acordo com Andrade, a informação preliminar da PM é a mesma que foi repassada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública do Estado (Ciosp) à Polícia Civil. No entanto, nenhuma vítima de estupro foi encontrada até a tarde desta quinta. "É importante que, caso tenha acontecido o estupro, a vítima seja identificada e se apresente à polícia para que este fato possa ser levado em consideração durante as investigações", disse o delegado.
A polícia realizou buscas no local do crime e ouviu testemunhas, inclusive a mulher da vítima, mas não identificou nenhum dos agressores. De acordo com o delegado, o nome da vítima de Aldecir Bezerra da Silva não consta em nenhum processo criminal. "A esposa não conseguiu identificar nenhum dos agressores. Ainda estamos procurando testemunhas que tenham presenciado o crime para apontar os responsáveis pelo linchamento", afirmou.
"As pessoas têm desejo de fazer justiça, mas acabam fazendo papel de polícia, juiz e executor ao mesmo tempo. Se nem o Estado aprova a pena de morte, não é a população que pode aplicá-la. Nós condenamos qualquer tipo de tentativa de se fazer justiça com as próprias mãos e vamos investigar este linchamento", concluiu o delegado.
Aldecir foi morto na noite desta quarta. A população usou pedras, pedaços de madeira e até um fogão no linchamento. O crime ocorreu por volta das 19h30, na Travessa Alicante. Segundo informações preliminares colhidas pela Polícia Militar, o homem teria sido apontado como autor do estupro de uma menina de 13 anos.

De acordo com Andrade, a informação preliminar da PM é a mesma que foi repassada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública do Estado (Ciosp) à Polícia Civil. No entanto, nenhuma vítima de estupro foi encontrada até a tarde desta quinta. "É importante que, caso tenha acontecido o estupro, a vítima seja identificada e se apresente à polícia para que este fato possa ser levado em consideração durante as investigações", disse o delegado.
A polícia realizou buscas no local do crime e ouviu testemunhas, inclusive a mulher da vítima, mas não identificou nenhum dos agressores. De acordo com o delegado, o nome da vítima de Aldecir Bezerra da Silva não consta em nenhum processo criminal. "A esposa não conseguiu identificar nenhum dos agressores. Ainda estamos procurando testemunhas que tenham presenciado o crime para apontar os responsáveis pelo linchamento", afirmou.
"As pessoas têm desejo de fazer justiça, mas acabam fazendo papel de polícia, juiz e executor ao mesmo tempo. Se nem o Estado aprova a pena de morte, não é a população que pode aplicá-la. Nós condenamos qualquer tipo de tentativa de se fazer justiça com as próprias mãos e vamos investigar este linchamento", concluiu o delegado.
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